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Flamengo: Paulo Sousa vê resultado injusto, diz que ‘não ouviu’ xingamentos da torcida e assegura ter respaldo de Marcos Braz

Treinador do Flamengo concedeu entrevista coletiva após o empate por 1 a 1 com o Atlético-GO

Após o


empate por 1 a 1 com o Atlético-GO, neste sábado (9), pelo Campeonato Brasileiro


, o técnico do


Flamengo


,

Paulo Sousa

, afirmou que o resultado em Goiânia foi injusto.

Na visão do comandante da equipe carioca, o time da Gávea foi merecedor da vitória no estádio Antônio Accioly.

“Esse empate vem para reforçar muitas coisas. Mostra que nossa equipe está em construção, que tivemos várias circunstâncias desfavoráveis neste jogo, e que vários jogadores tomaram decisões muito importantes, pensando na equipe ao invés deles próprios, pois não sentiam em condições de dar sua melhor contribuição hoje”, afirmou o português, lembrando do caso do zagueiro Gustavo Henrique, que sentiu lesão no aquecimento e teve que ser substituído às pressas por Thiago Maia – com isso, Willian Arão foi improvisado na zaga.

“Tivemos a disponibilidade do Arão para jogar em uma posição que não está treinando. Já tivemos algumas situações trabalhadas, mas não para esse jogo. Tínhamos a ideia de que isso poderia acontecer no decorrer da partida, mas não no início. E isso só vem reforçar a capacidade que tivemos. Por muito pouco não saímos daqui vencedores hoje”, seguiu.

“Fomos muito superiores ao adversário, em todos os momentos, mas sobretudo na parte final. Poderíamos com certeza fazer mais gols e sair daqui vitoriosos”, complementou.

Questionado sobre as vaias e xingamentos que recebeu da torcida flamenguista em Goiânia, Paulo Sousa assegurou que não ouviu nada.

“Penso que nenhum de nós (jogadores e comissão técnica) ouviu esses xingamentos. Com certeza você (repórter) devia estar mas próximo dessas pessoas”, explicou.

Perguntado ainda sobre as fortes cobranças que o plantel rubro-negro sofreu no Ninho do Urubu, com torcedores cercando o carro dos atletas e disparando ofensas, o comandante pediu união e assegurou que segue tendo respaldo do vice de futebol Marcos Braz para implementar seu trabalho e reformular o elenco flamenguista.

“A cobrança sempre vai existir, ainda mais num clube grandioso como o Flamengo. É o momento de, não só hoje, mas sempre, estar unidos e dar as mãos, com cobranças e sem cobranças. Mas elas vão existir sempre, porque aqui as exigência são altas”, salientou.

“Por isso, temos que estar unidos e sermos consistentes no nosso trabalho. Repito: é um momento de construção, e tudo leva seu tempo. Claro que vitórias dão mais convicções, mas o processo tem que ser reconhecido”, pediu.

“A diretoria soube desde o início o que precisamos, o que eu queria e o que eu ia fazer. Houve sempre esse respaldo e continua a haver. O próprio Marcos (Braz) assim o fez reconhecer (em entrevista na última sexta-feira). Ele nunca me deu razões para duvidar da sua palavra. Estamos em um caminho que temos que dar essa mesma consistência para chegar aos resultados finais”, encerrou.

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